Com o Ohana Festival a nove dias, a comunidade global ferve na expectativa pelo reveal do novo baterista do Pearl Jam.
Com o Ohana Festival marcado pra daqui a nove dias (28 de setembro), o assunto que tomou conta da comunidade mundial foi um só: quem é o novo baterista do Pearl Jam?
Um fã postou o que muita gente sente: é difícil acreditar que a identidade do músico ainda não vazou. NDAs e tudo mais, claro, mas o nível de discrição, com Ohana na esquina, é impressionante. A teoria que mais circula é a de que a revelação vai acontecer no palco mesmo, sem aviso, o baterista simplesmente vai aparecer e tocar. Sem anúncio formal nas redes, sem press release. Puro show.
Pra quem ainda não está no loop: Matt Cameron e Pearl Jam se separaram em 2024. A banda nunca anunciou oficialmente o substituto. Entraram em estúdio e na estrada com o assunto em aberto, e o Ohana está se tornando o palco favorito da galera pra esse momento.
Enquanto o suspense do Ohana pega fogo, a comunidade também parou pra olhar pra trás: completam-se hoje cinco anos do Sea Hear Now, em Asbury Park (NJ), onde o Pearl Jam não só voltou aos palcos depois de uma pausa forçada de três anos pela pandemia, como estreou ao vivo "Dance of the Clairvoyants". Era a primeira vez que a faixa de Gigaton tocava pra uma plateia de verdade, depois de dois anos circulando só nas plataformas. Um fã que estava lá revisitou memórias e fragmentos do set, lembrando o peso daquele retorno.
Outra conversa que ganhou espaço hoje: qual foi a melhor era pra Mike McCready e Stone Gossard como dupla de guitarras? A pergunta é simples, mas puxou respostas de gente que ouve o catalog inteiro. Ten, Vs, Yield, Riot Act, cada disco tem seu defensor. Discussão desse tipo não define nada, mas é o tipo de papo que mostra o alcance do catalog da banda na memória afetiva dos fãs.
O dia na comunidade, em resumo: a febre pré-Ohana tomou conta, com o mistério do baterista reunindo os mais ansiosos. No meio disso, ainda houve tempo de revisitar Asbury Park, 2021, quando a banda voltou, tocou uma música que pouco depois viraria símbolo da retomada, e lembrou que shows de Pearl Jam não são só noite boa, são marcos de vida pra quem estava lá.
Nove dias.
André, só mais um fã idiota de Pearl Jam.
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