SÓ MAIS UM FÃ DE PEARL JAM

Matt Cameron achava mágico ver uma bateria na vitrine de uma loja de penhores, e comprou a primeira aos dezesseis, com ajuda do pai

· Fonte: Cápsula

Matt Cameron achava mágico ver uma bateria na vitrine de uma loja de penhores, e comprou a primeira aos dezesseis, com ajuda do pai

Perguntado por que bateria e não outro instrumento, ele respondeu com uma lembrança de infância.

Matt começou muito novo, parou por um tempo, andou de motocross, surfou e foi ser um garoto da Califórnia ao ar livre. Voltou para a bateria por volta dos catorze, quinze anos, quando conseguiu entender melhor a própria coordenação, e nessa época começou a ter aulas e a entrar em bandas.

A primeira foi uma banda cover do Kiss, aos catorze ou quinze. Ele mesmo classifica: "isso é definitivamente um esqueleto no armário."

Por que bateria, ele nunca precisou decidir. "Eu sempre tive uma tendência natural a escutar a bateria." Cita um disco de coletânea do Hendrix como o que o fisgou. "Eu era sempre encantado pela bateria. Se eu passasse na frente de uma loja de penhores ou de uma loja de música, só de ver uma bateria na vitrine já era uma coisa mágica." Na falta de ter uma, folheava catálogos de fabricantes.

A primeira bateria de verdade veio aos dezesseis anos: uma Rogers, comprada numa loja de penhores, com o pai ajudando a pagar. Dali em diante foi banda cover durante todo o ensino médio, mais a banda de jazz da escola.

Por volta dos dezessete, entrou num grupo que escrevia as próprias músicas, e a ficha caiu. "Eu tirei um baita barato daquilo, dessa experiência de tentar criar o seu próprio estilo ou a sua própria música, enquanto você está tocando covers e aprendendo a música dos outros."

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