SÓ MAIS UM FÃ DE PEARL JAM

Pearl Jam não revela o novo baterista antes do Ohana

· Fonte: PJ Online IT

Pearl Jam não revela o novo baterista antes do Ohana

Stone Gossard confirmou que o nome já foi escolhido, mas a revelação fica pra depois do Ohana.

A menos de um mês e meio do retorno do Pearl Jam ao palco, no Ohana Festival marcado para 27 de setembro, o mistério em torno do novo baterista segue intacto. Stone Gossard confirmou que a escolha já foi feita, mas o nome permanece guardado a sete chaves.

"Não há mistério suficiente no mundo. O fato de ninguém saber quem vai tocar bateria conosco torna tudo ainda mais emocionante. É o nosso mistério envolto num enigma e, por enquanto, estamos curtindo assim", declarou Gossard. Com isso, o toto-baterista ganhou ainda mais força entre os fãs.

Entre os candidatos mais discutidos, Josh Klinghoffer continua sendo o nome com mais lógica aparente. Ele já tocou com o Pearl Jam em diversas ocasiões, conhece o repertório e substituiu Matt Cameron em algumas datas de 2022. Faz parte da família estendida da banda e demonstrou total à vontade no palco ao lado deles. Mesmo assim, não existe confirmação de que seja ele a escolha definitiva.

Richard Stuverud é outra possibilidade. Baterista de Seattle, também substituiu Cameron em 2022 e tem uma longa história musical com Jeff Ament. Exatamente o vínculo com o baixista poderia pesar a seu favor, mas até agora não há nenhum indício público que o aponte como o escolhido.

John Wicks é o nome que talvez mereça mais atenção do que tem recebido. Sua relação com Ament vem dos Deaf Charlie e chega até o P.E.S.T., banda que Jeff tem tocado recentemente e que vai ao Ohana. Wicks também trabalhou com Ament e Klinghoffer na trilha sonora de Under the Banner of Heaven e teve papel na produção de Dark Matter. Está profundamente inserido no universo musical de Jeff.

Matt Chamberlain é uma hipótese com raízes históricas: tocou com o Pearl Jam nos primeiros tempos, em algumas datas de 1991, e é o baterista dos Painted Shield, projeto de Stone Gossard. É um dos músicos de sessão mais respeitados do mercado. O problema pode ser a agenda, já que Chamberlain está envolvido em muitos projetos e assumir os Pearl Jam em caráter permanente exigiria um compromisso enorme.

Chris Friel aparece como aposta menos óbvia, mas não menos interessante. Foi o primeiro baterista a tocar com Mike McCready nos Shadow, fez parte dos Rockfords e aparece nos Gossman Project demos de Stone. O próprio McCready chegou a considerá-lo como substituto após a saída de Dave Abbruzzese. Friel também gravou com o Pearl Jam na cover de Catholic Boy para a trilha de The Basketball Diaries.

Jack Irons pertence ao campo da fantasia. Imaginar o retorno de quem tocou em No Code e Yield seria extraordinário, mas, de forma realista, é quase impossível que aconteça. Irons representa uma época fundamental da banda, mas parece mais uma esplêndida fantasia dos fãs do que uma real possibilidade.

Os outros nomes que circulam na conversa são Barrett Martin (Screaming Trees, Mad Season), Regan Hagar (Malfunkshun, Satchel) e Zak Starkey, todos sem qualquer indício concreto. Abe Laboriel Jr. também aparece: o baterista de Paul McCartney já dividiu o palco com Eddie Vedder e os Earthlings e tem o groove e a potência que funcionariam com o Pearl Jam. Joey Waronker, que passou por R.E.M., Beck e Atoms for Peace, completa a lista dos candidatos que os fãs ainda não descartam.

O Ohana Festival é daqui a pouco mais de um mês. Por enquanto, o Pearl Jam prefere manter o suspense.

via PJ Online IT

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